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Curso de Biomedicina promove palestra sobre perícia criminal

Além do momento teórico, o encontro teve também uma parte prática de tiro, com munição de plástico, realizada no campo de futebol da Instituição.

Centro Universitário Integrado

publicado em 03/11/2017 18h37

A carreira policial interessa a muitos jovens e isso também ocorre com os acadêmicos de Biomedicina. A perícia criminal é uma das habilitações que o biomédico pode seguir e que atraiu muitas pessoas durante a palestra realizada no V Encontro de Biomedicina. O tema foi “Balística forense e a atuação do biomédico nas carreiras policiais", tendo como palestrante o biomédico e perito criminal da Polícia de São Paulo, Pedro Henrique Canezin. Ele mostrou alguns conceitos teóricos e práticos de tiro, falou sobre sua trajetória, e também sobre as atribuições do cargo de perito criminal, dando algumas ideias do que estudar para aqueles que desejam fazer concurso público para a área.

A coordenadora do curso, Rejane Ribas Silva, explica que todo ano é escolhida uma das 35 habilitações. Ela comenta que o tema desse ano é sempre muito requisitado pelos estudantes. Então, o objetivo foi que o palestrante falasse um pouco da carreira policial voltada para o biomédico, incluindo, após a palestra, uma parte prática de tiro com armas de airsoft e munição de plástico trazidas pelo palestrante.

O perito, Pedro Canezin, comenta que seu interesse na área vem desde o início do curso de Biomedicina. Segundo ele, um dos principais requisitos para seguir essa carreira é ter afinidade. “Tem que ter disponibilidade para viajar, ser proativo e treinar sempre”, acrescenta.

Os acadêmicos do 4º período de Biomedicina, Luiz Gustavo Ferreira e Luiz Eduardo Portela, garantem que têm sim esses requisitos e que também se interessaram pela carreira policial desde o início da graduação. “A gente sempre está indo nos cursos e palestras. E estamos bem interessados em seguir a carreira policial”, afirma Ferreira. Já Portela ainda diz que a palestra do biomédico Pedro Canezin foi bastante interessante. “Desenvolveu bem mais essa nossa vontade”, afirma ele.