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Parcerias do Centro Universitário Integrado auxiliam a população

Estágios do curso de Bacharelado em Educação Física são realizados em vários locais, dentre eles Instituto do Rim e Lar dos Velhinhos.

Faculdade Integrado

publicado em 10/11/2017 09h44

Um dos papéis do Centro Universitário Integrado é agir junto à comunidade, proporcionando conhecimento e serviços. Um exemplo disso são os estágios curriculares supervisionados do curso de Educação Física (Bacharelado), realizados ao longo do curso. Na área da saúde, os acadêmicos do 8º período da Instituição estão presentes no Lar dos Velhinhos Frederico Ozanan, que atende 65 idosos entre 60 e 97 anos de idade. Uma vez por semana, eles realizam exercícios com os moradores do Lar que, aos poucos, vão deixando de lado o desânimo e o sedentarismo. A parceria existe há algum tempo e, segundo o professor Marcio Rinaldo, responsável pelas disciplinas de estágio, há um ganho significativo na qualidade de vida dos idosos. “Não existe o exercício errado, ele só precisa ser adaptado. Os estudos mostram que há uma melhora na flexibilidade, capacidade cardiorrespiratória e no caminhar”, enumera Marcio.

Guilherme Evaldo Henrique, 22 anos, é um desses acadêmicos. Ele explica que, além dos benefícios já citados pelo professor Marcio, os exercícios também têm efeito na saúde mental dos praticantes. A coordenadora técnica e farmacêutica do Lar dos Velhinhos, Gessyca Lorena Henrique Arruda, concorda com a afirmação. “As atividades ajudam no tratamento contra a depressão. Eles se divertem muito, adoram. O dia em que os estudantes estão presentes, eles chegam à porta, chamam cada um pelo nome”, comenta ela. No local, também acontece o estágio curricular supervisionado na área de lazer, desenvolvido pelo 5º período.

O Centro Universitário Integrado também mantém uma parceria com o Instituto do Rim. Durante a hemodiálise, os pacientes realizam alguns tipos de exercícios, de acordo com as limitações de cada um. É uma forma de incentivar a prática fora do centro, torná-los mais ativos e aumentar a autoestima. “Há uma melhora na resposta ao tratamento”, afirma Marco Antonio Bertolassi, professor e idealizador do projeto.